
Quando comer deixa de ser simples.
Nem toda dificuldade alimentar é “fase” ou “manha”. O distúrbio alimentar pediátrico pode impactar a saúde, o desenvolvimento e a rotina da criança e da família.
Sinais de alerta:
- Recusa intensa de alimentos
- Alimentação extremamente seletiva
- Dificuldade para mastigar ou engolir
- Tempo excessivo para comer
- Dependência de distrações para aceitar alimentos
- Baixo ganho de peso ou prejuízos nutricionais
- Comportamentos desafiadores (ex: choro, recusas, etc). durante as refeições
Como a intervenção alimentar baseada na ABA pode ajudar?
A ABA (Análise do Comportamento Aplicada) utiliza estratégias baseadas em evidências para desenvolver habilidades e e promover mudanças significativas no comportamento.
- Ampliação do repertório alimentar: introdução à novos alimentos, mais variedade e melhor nutrição.
- Redução da recusa alimentar: aplicação de estratégias individualizadas para diminuir comportamentos de recusa.
- Desenvolvimento de habilidades de mastigação e autonomia: gera mais segurança e independência nas refeições.
- Dessensibilização gradual de texturas, cheiros e sabores: exposição planejada e respeitosa ao ritmo da criança.
- Construção de experiências mais positivas nas refeições: menos estresse, mais conexão e momentos melhores em família.
- Orientação a pais e cuidadores: envolvimento da família é essencial para resultados duradouros.
O objetivo não é “forçar” a criança a comer, mas desenvolver uma relação mais segura, funcional e saudável com a alimentação.
Intervenções precoces podem fazer grande diferença no desenvolvimento e na qualidade de vida da criança e da família.